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MINI ROTEIRO AMAZÔNICO



O blog Viagem sem frescura,orgulhosamente vai mostrar para todos vocês leitores a viagem de um casal de amigos,o Zé Flávio e a Norma à região Amazônica,nesse post eles contam tudo que passaram para conhecer essa parte do nosso Brasil,confira:
Uma boa “porta” de entrada para região amazônica é Manaus onde se chega em voos acessíveis ($) com horários razoáveis saindo de Brasília.

A melhor época para visitar é no meio do ano quando chove menos, o calor sempre presente não impede a diversão que deve começar com o tour no ônibus panorâmico, preferencialmente pela manhã, aproveitando bem a visão do andar de cima aberto. À tarde e noite os arredores da Praça do Teatro Amazonas tem de tudo, bares com cadeiras na calçada, visita guiada ao teatro em algumas ocasiões com espetáculos noturnos gratuitos (chegar mais cedo para pegar ingresso). Daí por diante é só natureza: Passar o dia na praia de Ponta Negra (pode ir de ônibus), museu da borracha, museu amazônico, o passeio do encontro das águas. À tarde nos fins de semana tem samba e chorinho com grupos animadíssimos no Bar da Caldeira, tradicional com cadeiras na rua literalmente e uma cerveja geladíssima para aplacar o calor. Imperdível é o mercado central, ervas, peixes e frutas deliciosas, bem em frente ao porto.


Nos arredores do teatro tem uma boa variedade de hotéis, o hotel Saint Paul é uma boa pedida, pertinho, sai a pé para todo lugar, confortável, bom atendimento e preço justo. Aos domingos tem uma feira de come e bebes que serve em varias barracas o café da manhã típico, com mingau de banana, batata doce, sucos de frutas exóticas, bolos diferentes e saborosos.

De lá a viagem continua com jeito de aventura rumo a Santarém e Alter do Chão – o Caribe amazônico –pelo rio. Um navio de menor calado com três andares, suítes com ar condicionado ($$) ou na forma tradicional de rede (cada um leva a sua) no convés ($), são 30 horas de viagem. Na saída de Manaus se observa bem o famoso encontro das águas do rio Negro e Amazonas, maravilhoso. Ótima oportunidade de apreciar a vida dos ribeirinhos da famosa bacia amazônica. As saídas são diárias logo cedo, exceto domingo, existem vários barcos mais ou menos do mesmo padrão mas compre as passagens direto como o pessoal na área de embarque no porto em frente ao mercado. No terminal hidroviário sai bem mais caro.



No barco tem toda infraestrutura de alimentação, boa e com preço justo, exceto no bar que funciona só à noite – cerveja quente e cara. Com povo hospitaleiro da região logo se faz amigos.


A chegada a Santarém é também inesquecível com o encontro das águas barrentas do Amazonas com as do Tapajós, de um verde transparente.Em Santarém-PA há poucas opções de hospedagem, mas o Hotel Barão Center é agradável e bem localizado, com um café da manhã ESPETACULAR, servido na cobertura com linda vista do rio. Aliás, a orla da cidade é muito bonita e proporciona um delicioso fim de tarde, no Trapiche, um tablado oferece um lindo pôr do sole se come todas aquelas iguarias da região regada com a deliciosa Tijuca, cerveja local.    


 Há praias e que praias! A de Pajuçara com árvores frondosas à beira rio se chega fácil de ônibus urbano, tem uma infraestrutura simples, mas as águas quentes do rio Tapajós de cor verde esmeralda superam todas as expectativas.Tem a barraca do Waldir que tem um cardápio bem variado, serve um peixe assado na brasa delicioso.



A praia do Maracanã é bem mais próxima do centro, mais urbanizada com uma oferta maior de barracas.De Santarém para Alter do Chão são poucos 38 km, pode-se pegar um táxi sem custos grandes ou até mesmo um ônibus porque é rápido e a estrada ótima. Os bares, os pequenos restaurantes, as pousadas rústicas tudo confirma a vocação de paraíso de Alter do Chão. As pousadas são simples, mas confortáveis e com bons preços, a pousada do Mingote fica bem em frente a praça com bom custo – benefício. Têm também alguns pontos ”gourmet”, restaurantes simples como o Piracuí na esquina da praça na varanda do sobrado, serve pratos simples, mas muito fartos (para dois) e preços ótimos. Tem muito verde e muita água, maravilhas amazônicas, além de praias mais distantes como Pindobal e Ponta de Pedra a menos de 20 km cada.
A ilha do Amor, uma língua de areia branquíssima a qual se chega de catraia enquanto o rio não baixa, mas a partir de setembro se vai caminhando. As águas do Tapajós são uma maravilha à parte, de uma cor e uma temperatura que não há igual. A praia do Cajueiro, em todas se tem mesas e guarda-sóis à beira d'água e o serviço das barracas é ótimo, caipirinha de frutas diversas, Tijuca geladinha, petiscos de peixe além dos ambulantes que vendem gostosuras como a banana chips salgadinha e deliciosa.

OBS. Durante nossa estada um pequeno acidente na praia deixou-nos numa situação bastante angustiante e o pronto atendimento dos bombeiros na praia, em seguida a eficiência do pessoal do posto de saúde local que nos mandou de imediatamente para o Pronto Socorro Municipal em Santarém e a própria presteza do hospital é digno de nota porque foi totalmente o inverso do que se houve falar de atendimento púbico emergencial em todo brasil. 


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